Skip to content
Me Leva Contigo
Me Leva Contigo
  • Início
  • Destinos
    • Brasil
      • Curitiba
      • Minas Gerais
        • Brumadinho
        • Ouro Preto
      • Porto Seguro
      • Rio de Janeiro
        • Arraial do Cabo
        • Cabo Frio
        • Conservatória
        • Macaé
        • Paraty
        • Penedo
        • Petrópolis
        • Teresópolis
      • Rio Grande do Sul
      • São Paulo
        • Cunha
    • Mundo
      • América do Sul
        • Chile
          • Santiago
        • Colômbia
      • África
      • Ásia
        • Camboja
        • Japão
      • Europa
        • Itália
      • Oceania
        • Nova Zelândia
  • in english
  • Planeje sua Viagem
    • Alugar Carro
    • Chip de Viagem
    • Hospedagem
    • Ingressos para passeios
    • Passagens Aéreas
    • Passagens de Ônibus
    • Seguro Viagem
  • Contato
  • Loja
    • E-book “Modelos de E-mails para Parcerias”
    • E-book “Rio Além do Óbvio”
    • Produtos que indicamos
  • Quem Somos
    • Políticas e Termos de Privacidade
    • Na Mídia
  • Loja
  • Carrinho
  • Finalizar compras
  • A minha conta
Me Leva Contigo
Terreiros e casas de santo entram no SUS (e saem em menos de uma semana)

Terreiros e casas de santo entram no SUS (e saem em menos de uma semana)

cami, 4 de Abril, 20254 de Abril, 2025

Prefeitura do Rio revoga resolução que reconhecia práticas de matriz africana como complementares ao Sistema Único de Saúde. Seis dias após publicar uma resolução que reconhecia práticas tradicionais de matriz africana como complementares ao SUS no Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD) revogou a medida, na última terça (25).

Segundo a prefeitura, a nova decisão prioriza o estado laico. “A prefeitura do Rio informa que a resolução conjunta das secretarias de Meio Ambiente e Clima (Smac) e Saúde (SMS) foi revogada, em 25/03 no Diário Oficial, com o entendimento de que saúde pública é realizada baseada em ciência. Além disso, a revogação parte do princípio de que o Estado é laico e não deve misturar crenças religiosas em políticas públicas de saúde”.

A mudança de posicionamento repercutiu negativamente entre algumas entidades da sociedade civil ligadas às religiões de matriz africana.

A resolução detalhava o reconhecimento de manifestações da cultura popular dos povos tradicionais de matriz africana e unidades territoriais tradicionais como promotores de saúde e cura complementares e integrativos ao SUS. A publicação listava diversas práticas, como banhos de ervas, defumação, benzedeiras, chás, escalda-pés, ebó e reconhecia automaticamente as unidades territoriais tradicionais cadastradas no Programa Casas Ancestrais como área de abrangência da unidade de saúde. E especificava os segmentos religiosos abrangidos — como Umbanda, Candomblé e Catimbó, entre outros —, enfatizando a responsabilidade de todos na Atenção Primária, ao realizar abordagem diferenciada e respeitosa, considerando as tradições dos indivíduos.

Em suas redes sociais, a Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (Renafro) publicou uma nota de repúdio sobre o caso: “A Renafro Saúde reafirma seu compromisso na defesa dos direitos das comunidades tradicionais e seguirá mobilizada para reverter esse ataque ao respeito, à diversidade e à justiça social. Exigimos que a Prefeitura do Rio de Janeiro revogue esse decreto e respeite os avanços nas políticas de saúde para os povos de terreiro”. A organização alega que a medida da prefeitura do Rio ignora diretrizes nacionais importantes e representa uma desconsideração das práticas ancestrais, desrespeito à luta contra o racismo religioso e um retrocesso nas políticas de equidade. “Quando a medicina legal foi instaurada, por volta de 1940, o Estado reprimia os erveiros e seu conhecimento fitoterápico brasileiro, um conhecimento histórico conhecido publicamente pelas religiões de matrizes africanas. O que está em vigor é uma legitimação da supremacia racial e religiosa no Brasil, dada a intolerância religiosa em respeito às religiões matrizes africanas”, disse ao portal G1 Hédio Silva Júnior, coordenador do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), que pretende notificar a prefeitura cobrando respostas sobre essa mudança de posicionamento.

Notícias

Navegação de artigos

Previous post
Next post

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Sua assinatura não pôde ser validada.
Você se inscreveu com sucesso!

Me Leva News ✈️

Inscreva-se e receba em seu e-mail as principais novidades da semana. Em nossa newsletter, você receberá roteiros autoguiados pelo Rio de Janeiro, notícias importantes, dicas de viagem e muito mais!

ÚLTIMOS POSTS

  • 5 dias em Jericoacoara: o itinerário completo para quem nunca foi (e o que ninguém te conta)
  • Hospedagem Barra da Tijuca: por que a região se tornou uma das preferidas no Rio de Janeiro
  • Anime Friends 2026 vai transformar São Paulo no maior encontro otaku da América Latina
  • Como comprar Army bomb original do BTS
  • O que fazer em Natal em 4 dias: Roteiro completo para quem quer descansar e turistar
Sua assinatura não pôde ser validada.
Você se inscreveu com sucesso!

Me Leva News ✈️

Inscreva-se e receba em seu e-mail as principais novidades da semana. Em nossa newsletter, você receberá roteiros autoguiados pelo Rio de Janeiro, notícias importantes, dicas de viagem e muito mais!

ÚLTIMOS POSTS

  • 5 dias em Jericoacoara: o itinerário completo para quem nunca foi (e o que ninguém te conta)
  • Hospedagem Barra da Tijuca: por que a região se tornou uma das preferidas no Rio de Janeiro
  • Anime Friends 2026 vai transformar São Paulo no maior encontro otaku da América Latina
  • Como comprar Army bomb original do BTS
  • O que fazer em Natal em 4 dias: Roteiro completo para quem quer descansar e turistar
  • Instagram
  • Pinterest
  • TikTok
  • YouTube
©2026 Me Leva Contigo | WordPress Theme by SuperbThemes