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Mais de 10 mil hotéis processam Booking.com na Europa por cláusula que barrava preços mais baratos

Mais de 10 mil hotéis processam Booking.com na Europa por cláusula que barrava preços mais baratos

cami, 8 de Agosto, 20258 de Agosto, 2025

Mais de 10 mil hotéis europeus ingressaram em uma ação coletiva contra a plataforma de reservas Booking.com, alegando terem sido prejudicados por práticas comerciais adotadas entre 2004 e 2024.

O processo busca indenização por perdas atribuídas à cláusula de “melhor preço” da empresa, que, até o ano passado, impedia os hotéis de oferecerem, em seus próprios sites, tarifas mais baixas do que as anunciadas na plataforma. A medida, segundo o setor, limitava a concorrência e favorecia a Booking.

A iniciativa conta com o apoio da Associação de Hotéis, Restaurantes e Cafés da Europa (HOTREC) e de 30 entidades nacionais, incluindo a Associação Alemã de Hotéis. De acordo com os hoteleiros, a cláusula foi utilizada por duas décadas para evitar que clientes descobrissem acomodações pelo Booking e depois reservassem diretamente com o estabelecimento.

A Booking.com, sediada na Holanda, afirmou que as alegações são “incorretas e enganosas” e disse não ter recebido comunicação formal sobre a ação.

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    • Base legal da ação
    • Disputa antiga
  • O que diz a Booking.com

Base legal da ação

O processo será apresentado ao tribunal de Amsterdã e se apoia em uma decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia, emitida em setembro de 2024, que declarou ilegais as cláusulas de “melhor preço”. Na ocasião, a corte determinou que plataformas de reservas não podem impor esse tipo de restrição a hotéis parceiros.

A cláusula foi retirada pela Booking.com em 2024, em cumprimento à Lei dos Mercados Digitais da União Europeia.

Segundo o presidente da HOTREC, Alexandros Vassilikos, “os hoteleiros europeus sofrem há muito tempo com condições injustas e custos excessivos. Esta iniciativa envia uma mensagem clara: práticas abusivas no mercado digital não serão toleradas”.

A Booking, por outro lado, ressalta que a decisão do Tribunal de Justiça não concluiu que a cláusula de paridade de preços fosse anticompetitiva.

Disputa antiga

O atrito entre hotéis e plataformas de reservas não é novo. Representantes do setor classificam a relação como marcada por “competição desleal”.

Um estudo realizado em 2023 pela HOTREC, em parceria com uma universidade suíça, aponta que a Booking detém 70% do mercado europeu de agências de viagem online, com impacto ainda maior sobre pequenos hotéis, de menos de 20 quartos.

Embora as reservas diretas ainda representem 51% das diárias vendidas, essa participação caiu cerca de sete pontos percentuais entre 2013 e 2023, enquanto a presença das plataformas online no mercado só aumentou.

A HOTREC informou que novos hotéis podem aderir à ação coletiva até o final deste mês.

O que diz a Booking.com

As declarações feitas pela HOTREC e outras associações de hotéis são incorretas e enganosas. A decisão do TJUE (Tribunal de Justiça da União Europeia), citada pela HOTREC e outras associações para justificar uma possível ação coletiva, não concluiu que as cláusulas de paridade de preços da Booking.com são anticompetitivas.

Na verdade, o TJUE sequer foi solicitado a avaliar se essas cláusulas têm efeitos anticompetitivos ou qualquer impacto sobre a concorrência. O Tribunal apenas afirmou que tais cláusulas se enquadram no escopo da legislação de concorrência da UE e que seus efeitos devem ser avaliados caso a caso. Também confirmamos que não recebemos nenhuma notificação formal sobre uma ação coletiva.

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Cami Santos
Cami Santos

Estudante de turismo, mãe, mulher preta periférica, suburbana e apaixonada por viagens e carnaval. Tornei minha obsessão sobre o samba e o Rio de Janeiro meus objetos de estudo e criei esse blog para compartilhar minhas descobertas.

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