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Câmara deve votar urgência de projeto que proíbe cobrança por bagagem de mão

Câmara deve votar urgência de projeto que proíbe cobrança por bagagem de mão

cami, 20 de Outubro, 202520 de Outubro, 2025

A Câmara dos Deputados deve votar ainda esta semana o pedido de urgência para o projeto de lei que proíbe a cobrança de taxa extra pela bagagem de mão em voos nacionais e internacionais. A proposta ganhou força após companhias como Latam e Gol adotarem a cobrança para malas pequenas, prática que gerou forte reação entre passageiros, parlamentares e órgãos de defesa do consumidor.

Desde outubro de 2024, as companhias aéreas passaram a permitir gratuitamente apenas uma bolsa ou mochila que caiba sob o assento do passageiro. A tradicional mala de mão — de até 10 ou 12 quilos — passou a ser tarifada, especialmente em voos internacionais. As empresas defendem que a medida faz parte do modelo de tarifas “low cost”, que dá ao passageiro a opção de pagar apenas pelos serviços que desejar. Parlamentares, no entanto, afirmam que o modelo mascara custos e não trouxe qualquer redução real no preço das passagens.

Table of Contents

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  • O que propõe o projeto de lei
  • Reação da Câmara e apoio político
  • Mudança de postura da Anac
  • Debate sobre bagagens despachadas volta ao Congresso
  • Próximos passos

O que propõe o projeto de lei

Protocolado em 8 de outubro de 2025, o Projeto de Lei 5041/2025, de autoria do deputado Da Vitória (PP-ES), determina que todas as companhias aéreas que operam no Brasil, sejam nacionais ou estrangeiras, devem permitir gratuitamente o transporte de uma mala de mão e um item pessoal. A regra valerá para voos domésticos e internacionais que partam ou cheguem ao país. A cobrança só será permitida caso o passageiro ultrapasse o limite de peso e medidas definidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que hoje varia entre 10 e 12 quilos.

Para o autor da proposta, a cobrança adicional fere princípios básicos de transparência e boa-fé nas relações de consumo, transformando um serviço essencial em algo opcional. Da Vitória afirma que o projeto busca evitar brechas jurídicas, incluindo parâmetros técnicos claros que impeçam interpretações ambíguas pelas companhias aéreas. “Esse direito sempre foi reconhecido e não pode ser transformado em produto opcional. É um retrocesso”, declarou o deputado.

Reação da Câmara e apoio político

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), classificou a prática como um abuso contra os passageiros e anunciou que colocará o pedido de urgência em votação. “É um recado às companhias aéreas que querem cobrar até pela mala de mão. A Câmara não vai aceitar esse abuso”, publicou o parlamentar em suas redes sociais. Com a aprovação do regime de urgência, o texto poderá ir direto ao plenário, sem passar pelas comissões temáticas, acelerando sua tramitação. A expectativa é que o tema seja votado nas próximas semanas, com amplo apoio de diferentes bancadas, já que o assunto tem forte apelo popular.

A pressão política também aumentou após o apoio público do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que se posicionou contra a cobrança e tem participado das negociações entre o governo, o Congresso e as companhias aéreas. “Não aceitaremos nenhum custo adicional injustificado para o consumidor”, afirmou o ministro, reforçando que a prioridade é garantir equilíbrio entre o setor e os direitos dos passageiros.

Mudança de postura da Anac

A Anac, que em 2017 autorizou a cobrança pelo despacho de bagagens de até 23 quilos, também sinalizou mudança de postura. O presidente da agência, Tiago Faierstein, declarou na última quinta-feira (16) que o órgão apoiará o Congresso na formulação de regras que limitem a cobrança de bagagem de mão. Segundo ele, a Anac está “sensível ao pleito da sociedade de não gerar ônus maior ao consumidor” e disposta a colaborar nas negociações técnicas. O posicionamento marca uma reviravolta na política da agência, que até então defendia que a liberalização das tarifas ajudaria a reduzir o preço das passagens — algo que, segundo parlamentares, nunca se concretizou.

Debate sobre bagagens despachadas volta ao Congresso

A discussão sobre a mala de mão reacendeu outro impasse no Legislativo: a gratuidade das bagagens despachadas. Em 2022, deputados e senadores aprovaram uma lei que restabelecia o despacho gratuito de malas de até 23 quilos em voos nacionais e 30 quilos em internacionais. O trecho, contudo, foi vetado pelo então presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que a medida aumentaria custos e afastaria potenciais competidores do mercado aéreo brasileiro. Desde então, o veto segue sem análise no Congresso, devido à pressão direta das companhias.

Hoje, os passageiros têm direito gratuito apenas a um item pessoal e, em voos domésticos, a uma mala de mão de até 10 quilos. O despacho de bagagem, mesmo em viagens curtas, continua sendo tarifado. Com a recente cobrança da mala de mão em voos internacionais, as empresas criaram novas tarifas “econômicas” que, na prática, restringem o direito de embarque apenas com mochilas. Para o Congresso e para os órgãos de defesa do consumidor, trata-se de um modelo que confunde o público e reduz a transparência sobre o real valor das passagens.

Próximos passos

A expectativa é que o pedido de urgência seja votado na reunião do colégio de líderes ainda esta semana. Caso seja aprovado, o projeto poderá ser levado diretamente ao plenário. Atualmente, tramitam na Câmara cinco projetos que tratam especificamente da bagagem de mão e outros sete que buscam restabelecer a gratuidade para malas despachadas. Enquanto o debate avança no Legislativo, cresce a mobilização nas redes sociais, com milhares de brasileiros pedindo mais transparência e respeito nas regras do transporte aéreo.

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Cami Santos
Cami Santos

Estudante de turismo, mãe, mulher preta periférica, suburbana e apaixonada por viagens e carnaval. Tornei minha obsessão sobre o samba e o Rio de Janeiro meus objetos de estudo e criei esse blog para compartilhar minhas descobertas.

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